Somos corpos escravos da nossa própria tortura, fugindo do
irreal que guardamos conosco. Deixe que voe ao invés de permanecer. Sou o
barulho da noite e a perturbação da sua cabeça. A perturbação que não existe, e
assombra. Seja real ou morra na sua asfixia.
O invisível tem sido a salvação dos desesperados, se
despedaça como papel do imaginário. Fuja ou a loucura te pegará eternamente.

