quinta-feira, 26 de julho de 2012

Bú!


Somos corpos escravos da nossa própria tortura, fugindo do irreal que guardamos conosco. Deixe que voe ao invés de permanecer. Sou o barulho da noite e a perturbação da sua cabeça. A perturbação que não existe, e assombra. Seja real ou morra na sua asfixia.
O invisível tem sido a salvação dos desesperados, se despedaça como papel do imaginário. Fuja ou a loucura te pegará eternamente.

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