quarta-feira, 5 de março de 2014

Mais um texto ruim; dia de bar


Veneno da noite, sou o câncer mal consumido do órgão que se desfragmentou. O câncer da buceta que arde e desespera desse não ter o que fazer. Não escrevo poesias, e não escreverei insetos malditos que orbitam em minha cabeça, porque prefiro o abstrato. Vivemos o abstrato que é o orgasmo da masturbação vazia.
A cerveja gelada me completa agora, das lágrimas mal resolvidas das incertezas do bar. A efemeridade me marca. Do sentido falso das noites que fingimos, porque as vezes somos feitos de mágoas.

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