quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Tentativa de monólogo I


Bom... preciso de um monólogo para domiingo! Para o teatro, ele passou um "textinho", e com base nisso tinha que criar o monólogo! Esse:
"Prezado dr. Nathanael Lessa. Tenho vinte e cinco anos, sou datilógrafa e virgem. Encontrei esse rapaz que disse que me ama muito. Ele trabalha no Ministério dos Transportes e disse que quer casar comigo, mas que primeiro quer experimentar. O que achas? Virgem Louca, Parada de Lucas."


Daii, eu achei o texto inteiro na internet! AUHSSUHAUSAHKSAHSAH E olha a resposta:
"Resposta: Olha aqui, Virgem Louca, pergunta pro cara o que ele vai fazer se não gostar da experiência. Se ele disser que te chuta, dá pra ele, pois é um homem sincero. Tu não és groselha nem ensopadinho de jiló para ser provada, mas homens sinceros existem poucos, vale a pena tentar. Fé e pé na tábua. "

Agora vejam meu monólogo, ouvindo essa musica:
http://www.youtube.com/watch?v=xkNZUsqU71s (nunca consigo postar o video aqui :S)


Sabe qual foi meu pior erro? Ter acreditado no amor. Já fui uma sonsa a tempos atrás, não fazia porra nenhuma, era virgem com 25 anos! (risos) Eu ia me casar... ou melhor, acreditava que ia me casar! Era um cara idiota, ele fez promessas de amor, e me pediu em casamento, mas antes ele queria me “experimentar” . Que palavra idiota! Ele queria me comer! Eu era inocente, mandei até carta pra revista pedindo opinião! Até que chegou o dia que... eu aceitei. E depois? Ele sumiu. Terminou comigo mandando uma mensagem falando “Foda-se”.
Foda-se mesmo! Sabe, cansei das pessoas, elas falam tanto sobre o amor, mas elas não agem. Eu só vejo vazio, em cada rosto que eu olho nas ruas... O amor foi morto. O te amo não passa de um bom dia. Mas sabe... será que o amor foi mesmo morto? Ou será que ele nunca existiu? Pode passar um ano, cinco anos, uma década, um século, talvez sempre seja a mesma coisa... só que em vez de progredir, regride.
Só é sexo, tesão, diversão, e prazer. Vivemos num cabaré, e nos cegamos, porque a realidade é crua.E dói. Eu me acabei, talvez seja um refugio, mas descobri meio tarde que não tem como fugir de nós mesmos. Quando vamos notar que tudo é poesia? Mas estamos ocupados demais com nossos problemas, e com os problemas dos outros, que esquecemos a poesia da vida. Passamos a existir, e não a VIVER. Tudo é tão...mecânico...Até mesmo esse copo de bebida, onde afogo meus medos, e encontro a salvação para não ficar lúcida. Talvez por isso o amor não existe. Porque existe almas vazias, que chamamos de pessoas.

E é isso! Achei uma bosta meu monólogo, como sempre HUASHASHUSAHUSAK Mas talvez eu apresente ele, com a música clichê de um filme de fundo (:

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